Síntese da crônica "Velha Amiga" de Raquel de Queiroz

   Nesta crônica, podemos perceber nitidamente, a preocupação da autora com o tempo, neste caso, não é o tempo em geral, é o tempo do corpo, do indivíduo. Ela mexe muito com os nossos pensamentos, e faz o uso de palavras profundas.
   A crônica fala que ela conversava com uma amiga sobre saudade, e percebeu que não sentia saudade de nada, nem mesmo da sua infância, nem mesmo de quem morreu. Diz que um dos piores tormentos para os jovens é o desapego das coisas, aquilo de querer o novo, e deixar de lado o que é velho.

   "E depois há o capítulo da morte, sempre presente em todas as idades. Com a diferença de que a morte é amante dos moços e a companheira dos velhos", e para ela, a morte é a velha amiga, que se anuncia aos poucos, que vem de viajem e indica aos poucos quem já embarcou.

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